Esta minha região de Lafões bem pode dar-se por muito satisfeita com o balanço cultural do passado mês de Novembro. De um momento para o outro, Pedro Miguel Rocha, com profundas raízes no concelho de Vouzela e Dulce Martinho, de Oliveira de Frades, deram corda à criatividade, fazendo nascer três obras, três, repita-se: Pedro Rocha, com uma parceria em " Já não se fazem homens como antigamente ", com um conto, em quatro, intitulado " A lâmina do amor ", da Editora Esfera do Caos, e a solo, " Chegamos a Fisterra ", das Edições Ecopy - Prosadores Contemporâneos; Dulce Martinho, com " Sobre a França e a Europa - Utopia e desencanto em Eduardo Lourenço ", assim dando seguimento a uma dissertação de Mestrado.
Com apresentações no Porto, Braga, Lisboa e Oliveira de Frades, o panorama da cultura e literatura portuguesas está, agora, muito mais enriquecido com o contributo destes dois jovens professores e escritores, meus queridos conterrâneos.
No que se refere ao Pedro, trata-se do seu terceiro trabalho. Por acreditarmos que podem fazer muito mais, é isso que lhes pedimos, aos dois, porque todos ficamos a ganhar com o seu labor, entusiasmo, capacidade e genica. Força, malta!
Mas nem só de alegrias vivemos nós. A morte do Professor Ernâni Lopes, que muito deu a Portugal, enquanto Ministro, economista, pensador e homem de acção em prol das ideias que defendia e em que acreditava piamente, traz-nos, por outro lado, uma imensa tristeza.
Recordo quanto nos tivemos de esforçar, nos inícios da década de oitenta, para retomarmos o caminho da credibilidade finaceira e a retoma da economia, quando, por sua mão, aqui entrou o FMI. Mas, então, tudo isso valeu a pena, porque sempre falou verdade, por mais que ela nos tenha doído.
Reconheço o êxito da nossa então entrada na CEE, que teve, em si, um grande obreiro.
Enfim, curvo-me perante o Homem e a obra, o Professor Ernâni Lopes.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
Bruxelas a tratar do nosso destino
Este cidadão da Serra do Ladário anda preocupado com o seu país. Por mais que se ate, há logo quem desate. Dados os nós do Orçamento, não sei se daqueles de marinheiro, bem feitos e seguros, se nós de um Zé qualquer, que se desfazem num ápice, já se acena, novamente, com o papão dos juros, temem-se os efeitos bola de neve vindos da Grécia e da Irlanda, toda a gente treme e a União Europeia deixa que este perigoso cai abaixo da montanha-russa a que subimos ao longo de anos se arraste indefinidamente.
Apre, que é demais tanto tacticismo! Chega de dar cotoveladas uns nos outros. Basta de uma mesa onde só se sentam pessoas meio desavindas, que, quando toca de ser solidário, arreda que é Satanás.
Quando os Ministros das Finanças estão hoje em Bruxelas, o Terreiro do Paço dos grandes, pede-se-lhe que olhem para a NATO, que, com todos os seus defeitos e fraquezas, tem uma virtude inquestionável: a capacidade de se entender que um ataque a um dos seus é uma ameaça geral. Logo, a resposta apresenta-se global e participada.
Na UE, vê-se o que, infelizmente, está a acontecer: as finanças de um ou outro membro sofrem ataques descabelados e os demais cospem para o lado.
Assim, não há Euro que resista, nem União que se mantenha com credibilidade e firmeza.
O lema do meu Benfica também aqui pode ser aplicado: " Um por todos e todos por um".
Se persistirmos neste empurra para lá, sejamos todos sinceros: agarre-se um outro projecto que este parece estar defunto, quase a cheirar mal.
Meu caro José Barroso, dê-se um murro na mesa, depressa, alto e bom som. O tempo urge!
Apre, que é demais tanto tacticismo! Chega de dar cotoveladas uns nos outros. Basta de uma mesa onde só se sentam pessoas meio desavindas, que, quando toca de ser solidário, arreda que é Satanás.
Quando os Ministros das Finanças estão hoje em Bruxelas, o Terreiro do Paço dos grandes, pede-se-lhe que olhem para a NATO, que, com todos os seus defeitos e fraquezas, tem uma virtude inquestionável: a capacidade de se entender que um ataque a um dos seus é uma ameaça geral. Logo, a resposta apresenta-se global e participada.
Na UE, vê-se o que, infelizmente, está a acontecer: as finanças de um ou outro membro sofrem ataques descabelados e os demais cospem para o lado.
Assim, não há Euro que resista, nem União que se mantenha com credibilidade e firmeza.
O lema do meu Benfica também aqui pode ser aplicado: " Um por todos e todos por um".
Se persistirmos neste empurra para lá, sejamos todos sinceros: agarre-se um outro projecto que este parece estar defunto, quase a cheirar mal.
Meu caro José Barroso, dê-se um murro na mesa, depressa, alto e bom som. O tempo urge!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Um dia parado para se andar
Estive aqui eu preso na minha indolência de alguém que já não se inscreve nas estatísticas das pessoas activas e, de repente, dei por mim a pensar que uma vida assim tem pouco sentido: ela só é vida se estiver ligada a quem vive momentos de dificuldade extrema e por essa gente faz alguma coisa. Por isso mesmo, passei o meu tempo a ver se havia algo de verdade nos números da greve geral. Este foi um exercício de cidadania, mas que de pouco valeu. O governo aponta para uns míseros vinte por cento, mais coisa menos coisa; as Centrais Sindicais falam na maior greve de sempre e sobem a fasquia até ao céu, aí na ordem dos oitenta/noventa por cento...
Quis ser útil e, uma vez mais, falhei. Se todos têm a sua verdade, esta tem de estar algures, talvez no meio, na esfera do bom senso, na bissectriz das boas atitudes e decisões.
É este, então, o meu contributo à causa da greve, onde gostaria de ter estado e não pude fazê-lo, porque há estatutos que a idade ou as circunstâncias tudo anulam: dizer que é preciso encarar esta contestação como um valente puxão de orelhas a um governo mouco e cego e deixar para os sindicatos a ideia que não se foi assim tão longe quanto fizesse cair S. Bento, o Carmo e a Trindade...
O meio caminho parece-me a melhor solução. Mas há um dado adquirido, de certeza: depois deste dia 24 de Novembro, mais quentes estão as orelhas do governo e, sobretudo, as do primeiro-ministro. Esconder esta verdade, hoje reafirmada, é ser desprovido de uma qualidade que se exige a quem nos governa - ser perspicaz.
Amanhã é o dia 25 de Novembro, uma outra data histórica. Esta e o 25 de Abril são um duo inseparável, por se associarem, em grande escala, à virtude maior do nosso sistema que, mesmo com todas as suas vicissitudes, se chama LIBERDADE. E esta não regateamos, nunca.
A greve de hoje e o dia de amanhã são, em suma, peças da mesma engrenagem: uma vida em democracia, que todos devemos estimar.
Assim, que se lixem os números da greve, porque uns e outros não falam verdade!
Mas a greve falou alto e isso é o que importa.
Quis ser útil e, uma vez mais, falhei. Se todos têm a sua verdade, esta tem de estar algures, talvez no meio, na esfera do bom senso, na bissectriz das boas atitudes e decisões.
É este, então, o meu contributo à causa da greve, onde gostaria de ter estado e não pude fazê-lo, porque há estatutos que a idade ou as circunstâncias tudo anulam: dizer que é preciso encarar esta contestação como um valente puxão de orelhas a um governo mouco e cego e deixar para os sindicatos a ideia que não se foi assim tão longe quanto fizesse cair S. Bento, o Carmo e a Trindade...
O meio caminho parece-me a melhor solução. Mas há um dado adquirido, de certeza: depois deste dia 24 de Novembro, mais quentes estão as orelhas do governo e, sobretudo, as do primeiro-ministro. Esconder esta verdade, hoje reafirmada, é ser desprovido de uma qualidade que se exige a quem nos governa - ser perspicaz.
Amanhã é o dia 25 de Novembro, uma outra data histórica. Esta e o 25 de Abril são um duo inseparável, por se associarem, em grande escala, à virtude maior do nosso sistema que, mesmo com todas as suas vicissitudes, se chama LIBERDADE. E esta não regateamos, nunca.
A greve de hoje e o dia de amanhã são, em suma, peças da mesma engrenagem: uma vida em democracia, que todos devemos estimar.
Assim, que se lixem os números da greve, porque uns e outros não falam verdade!
Mas a greve falou alto e isso é o que importa.
domingo, 21 de novembro de 2010
Braço a torcer: a Cimeira da NATO valeu a pena
Daqui, da minha varanda de Oliveira de Frades, olhei com desconfiança para a Cimeira da NATO, que acabou de se realizar em Lisboa. Pensei que era mais um passeio pela sua história, que estava minada pela própria evolução do mundo, de onde desapareceu a célebre guerra-fria e o medo recíproco, mas afinal aquilo foi um grande salto para a frente.
Desfeitos velhos conceitos, falecida - e ainda bem! - a cortina de ferro, a busca de outros alargados caminhos veio a acontecer, de modo a abrir as portas à cooperação entre ancestrais "inimigos", o que é francamente positivo.
Porque dar o braço a torcer é atitude de quem sabe reconhecer os seus erros, dou a minha mão à palmatória. Em Lisboa viveram-se momentos de excelência a nível das relações multilaterais e isso é motivo de sobra para nos sentirmos francamente bem com esses desfechos.
Mas há mais: as demais reuniões entre campos de associações diversas, tipo NATO/UE e outras, para além dos encontros que tiveram Portugal no seu centro, são motivos mais do que suficientes para dizermos que, ali, tudo correu de feição.
Há ainda o facto de a nossa organização ter brilhado. Parabéns.
Bons assim em eventos desta envergadura, só nos resta pôr em prática esses mesmos princípios de eficiência e eficácia no nosso dia a dia.
Por ter falhado nos meus cálculos, peço imensa desculpa, porque esta gente da Beira não tem vergonha de se retratar sempre que algo lhe sai mal. Foi o meu caso, sem dúvida.
Desfeitos velhos conceitos, falecida - e ainda bem! - a cortina de ferro, a busca de outros alargados caminhos veio a acontecer, de modo a abrir as portas à cooperação entre ancestrais "inimigos", o que é francamente positivo.
Porque dar o braço a torcer é atitude de quem sabe reconhecer os seus erros, dou a minha mão à palmatória. Em Lisboa viveram-se momentos de excelência a nível das relações multilaterais e isso é motivo de sobra para nos sentirmos francamente bem com esses desfechos.
Mas há mais: as demais reuniões entre campos de associações diversas, tipo NATO/UE e outras, para além dos encontros que tiveram Portugal no seu centro, são motivos mais do que suficientes para dizermos que, ali, tudo correu de feição.
Há ainda o facto de a nossa organização ter brilhado. Parabéns.
Bons assim em eventos desta envergadura, só nos resta pôr em prática esses mesmos princípios de eficiência e eficácia no nosso dia a dia.
Por ter falhado nos meus cálculos, peço imensa desculpa, porque esta gente da Beira não tem vergonha de se retratar sempre que algo lhe sai mal. Foi o meu caso, sem dúvida.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Zona euro em risco
Isto da nossa crise, afinal, não é bem só nosso. Temos até, talvez, a parte menor deste bolo, que é comido, em grande parte, pela Alemanha e amigos mais chegados. Mas isso não importa. O mal maior é que estamos em perigo eminente de ir pelo rio abaixo, onde a Irlanda já braceja, aflita, a Grécia quase se afundou e nós, os pobres desta periferia das periferias, não demoramos muito a entrar em afogamento total se, entretanto, não forem tomadas medidas de fundo.
Em causa está, em suma, o próprio euro e, no limiar, até o projecto europeu a que tenho batido tantas palmas desde 1985.
Para defender estas duas entidades, não pode haver jogo duplo e escondido. Nenhum parceiro pode esquivar-se a esta luta titânica de moedas a comerem moedas, salvando-se o euro em conjunto de esforços, ou acabamos, mais tarde ou mais cedo, por perecermos todos na derrocada de uma Europa que não soube, ou não foi capaz, de salvar a sua identidade. Essa é que é a história principal, o resto é, como dizem por aqui, em Oliveira de Frades, paleio fiado e balofo.
Em Lisboa vai decorrer a Cimeira da NATO. Que se entendam!
No meio da barafunda europeia em que estamos metidos, mais NATO ou menos NATO que importa? Com uma pontinha de egoísmo, agora é a vez de olharmos para nós. Que se lixe essa mega reunião de Lisboa!
É a minha Europa que está a cair e eu quero defendê-la.
Com isto tudo, até me esqueci de abraçar o projecto da minha Universidade de Coimbra para se candidatar a Património Mundial... Venha essa distinção que bem a merece.
Mas, primeiro, olhe-se para esta moribunda Europa, a precisar de transfusões urgentes!
Em causa está, em suma, o próprio euro e, no limiar, até o projecto europeu a que tenho batido tantas palmas desde 1985.
Para defender estas duas entidades, não pode haver jogo duplo e escondido. Nenhum parceiro pode esquivar-se a esta luta titânica de moedas a comerem moedas, salvando-se o euro em conjunto de esforços, ou acabamos, mais tarde ou mais cedo, por perecermos todos na derrocada de uma Europa que não soube, ou não foi capaz, de salvar a sua identidade. Essa é que é a história principal, o resto é, como dizem por aqui, em Oliveira de Frades, paleio fiado e balofo.
Em Lisboa vai decorrer a Cimeira da NATO. Que se entendam!
No meio da barafunda europeia em que estamos metidos, mais NATO ou menos NATO que importa? Com uma pontinha de egoísmo, agora é a vez de olharmos para nós. Que se lixe essa mega reunião de Lisboa!
É a minha Europa que está a cair e eu quero defendê-la.
Com isto tudo, até me esqueci de abraçar o projecto da minha Universidade de Coimbra para se candidatar a Património Mundial... Venha essa distinção que bem a merece.
Mas, primeiro, olhe-se para esta moribunda Europa, a precisar de transfusões urgentes!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Adeus, João
Era um homem simples, mas simpático. Atencioso, delicado, acenou-nos, vezes sem conta, ora no Restelo, ora no Saldanha, sempre que por aí passámos. Ao dizer adeus, implicitamente estava a pedir-nos, pela sua atitude, que ali voltássemos, até porque, neste Portugal sisudo, cada sorriso, cada gesto destes tem muito mais encanto.
Tanto deu que se esgotou, partindo para sempre naquele adeus definitivo que ninguém controla. Mas as horas que nos ofereceu, sem greves, nem reivindicações, sem cartazes, nem tarjetas, sem um berro, nem um esgar de desagrado, reservaram-lhe, de certeza, o melhor dos lugares, lá em cima, onde pode acenar-nos, sempre, cá para baixo. Obrigado, João.
Vi-o um montão de vezes. Nunca lhe retribuí aquilo que, sem nada pedir em troca, me deu cada dia que com ele cruzei de carro, mais no Restelo, a caminho de Alcântara, que no Saldanha.
Falhei.
Peço-lhe, João, que me perdoe a falta de sensibilidade que então revelei.
Descanse em paz.
Este João, simples, fez da amizade e do sorriso, do aceno e da saudação um pouco da sua vida.
Deu-se.
Agora, na altura em que deixou de realizar o seu "ofício", resta-nos dizer-lhe adeus, num gesto de gratidão do tamanho da sua alma, que era muito grande...
Tanto deu que se esgotou, partindo para sempre naquele adeus definitivo que ninguém controla. Mas as horas que nos ofereceu, sem greves, nem reivindicações, sem cartazes, nem tarjetas, sem um berro, nem um esgar de desagrado, reservaram-lhe, de certeza, o melhor dos lugares, lá em cima, onde pode acenar-nos, sempre, cá para baixo. Obrigado, João.
Vi-o um montão de vezes. Nunca lhe retribuí aquilo que, sem nada pedir em troca, me deu cada dia que com ele cruzei de carro, mais no Restelo, a caminho de Alcântara, que no Saldanha.
Falhei.
Peço-lhe, João, que me perdoe a falta de sensibilidade que então revelei.
Descanse em paz.
Este João, simples, fez da amizade e do sorriso, do aceno e da saudação um pouco da sua vida.
Deu-se.
Agora, na altura em que deixou de realizar o seu "ofício", resta-nos dizer-lhe adeus, num gesto de gratidão do tamanho da sua alma, que era muito grande...
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Hospital Distrital de Viseu com distinção
Aquilo, aquele, este, o meu Hospital é uma Instituição de saúde pública. Depende do Estado, é do Estado, é gente da FP que ali trabalha. Tudo ali tem marca de coisa pública, de bem público, de serviço público.
Por razões que a falta de saúde obriga, tenho tido muitas oportunidades (que não queria) de ali me deslocar e de aguardar atendimento.
Ontem e hoje, vivi essas situações com duas pessoas que me são, obviamente, muito queridas. Num e noutro caso, vi responsabilidade, vi capacidade, vi apoio, vi humanismo nos gestos e nos actos médicos e afins, vi a ânsia de tudo fazer bem, descobri também ansiedade nas respostas que, às vezes, mais tardavam, senti que estava, afinal, no meio de gente que sabe ser funcionário público sem ser uma carga de maus vícios, maus costumes, más práticas, más educações. Nada disto, nada mesmo.
Era a perfeição? Não.
Era o melhor dos Hospitais? Talvez e também não.
Mas que era uma CASA de SAÚDE que quase parecia o céu, por tantas estrelas apresentar, disso não tenho dúvidas.
Que ainda pode brilhar muito mais, que ninguém tal desconheça.
Mas é muito bom o que ali se faz.
Obrigado, em nome também de meus familiares, claro.
Por razões que a falta de saúde obriga, tenho tido muitas oportunidades (que não queria) de ali me deslocar e de aguardar atendimento.
Ontem e hoje, vivi essas situações com duas pessoas que me são, obviamente, muito queridas. Num e noutro caso, vi responsabilidade, vi capacidade, vi apoio, vi humanismo nos gestos e nos actos médicos e afins, vi a ânsia de tudo fazer bem, descobri também ansiedade nas respostas que, às vezes, mais tardavam, senti que estava, afinal, no meio de gente que sabe ser funcionário público sem ser uma carga de maus vícios, maus costumes, más práticas, más educações. Nada disto, nada mesmo.
Era a perfeição? Não.
Era o melhor dos Hospitais? Talvez e também não.
Mas que era uma CASA de SAÚDE que quase parecia o céu, por tantas estrelas apresentar, disso não tenho dúvidas.
Que ainda pode brilhar muito mais, que ninguém tal desconheça.
Mas é muito bom o que ali se faz.
Obrigado, em nome também de meus familiares, claro.
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