Anda toda a gente arreliada com a Moody's, porque esta agência se comportou mal e veio castigar, injusta e, talvez, malevolamente, as nossas finanças nacionais e os bolsos individuais e particulares. Uns malandros, essa gente!
Sei que assim é e acompanho o cortejo de lamentos e condenações, mas não deixo de observar que, com cerca de um século de vida, todas essas organizações conviveram com o nosso sistema, sem grandes queixumes.
Só que, agora, o caso muda de figura e o dólar sente-se ameaçado pelo seu novato parceiro, o euro. Como a Moody's e afins estão todas localizadas nos EUA, eis uma "boa"razão para desancarem na malta europeia. Aqui, a Oliveira de Frades, vieram dizer-nos que esta é uma estratégia que, fazendo cair Portugal, depois a Grécia, a Irlanda e já a Itália se chegará ao cerne alemão e, por via disso, ao euro em si mesmo: derrubá-lo é o objectivo final. Pelo meio, que se lixem os pequenotes, do tamanho de uma casca de noz, aquelas que correram mundo, divulgaram culturas e ciência e, nestes tempos, são facilmente descartáveis.
Não é este o mundo que quero e esta solidariedade bem a dispenso. Repito o que disse há muito tempo: ou a Europa se une, ou cai estatelada em chão movediço, lodacento.
Que Bruxelas abra os olhos! Isto já não vai com meias medidas, nem com falinhas mansas. É preciso bater o pé e dar cabo das políticas que nos querem abafar. Só em bloco isso se pode conseguir.
Uma voz é necessária e só uma, mas proclamada por estadistas e não por quadros de meia tigela.
Esse é o caminho.
Este, o que agora estamos a trilhar, só nos levará ao abismo e aqui, em Oliveira de Frades, ninguém o deseja.
Mas precisamos de gente e este interior perde-a ano a ano, Censos a Censos, como aconteceu neste ano de 2011, em S. Pedro do Sul, com menos 2335 habitantes, Vouzela, menos 1203 e Oliveira de Frades a perder 389 pessoas nesta última década. Uma calamidade bem maior que aquela que a Moody's nos traz, porque esta fala de falta de guita e aquela refere-se a um bem mais precioso: gente, gente, gente, que escasseia e não se sabe para onde vai, num País assimétrico, desorientado e sem um plano de equilíbrio que impeça esta fuga em massa de quem tão necessário é ao bem estar de uma região e de um povo.
Esse é o problema, que o resto resolver-se-á a seu tempo...
segunda-feira, 11 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
Alerta, meus senhores!
Sei que há Governo novo, que a Presidência da AR tem uma ilustre Presidente, a Dra. Assunção Esteves, que o programa passou no escrutínio dos nossos deputados, que a minha amiga Ester Vargas, de S. Pedo do Sul, paredes meias com Oliveira de Frades, ali entrou e sei que vai dignificar o cargo, sei tudo isso e até que já levámos outro rombo no nosso bolso, com efeitos no mês de Dezembro, aquele do santo e doce Natal (que contraste!), mas o que mais me doi é ver que a minha gente se vai embora: o Censos de 2011, para o Interior, é arrasador, sugando tudo quanto era esperança de futuro.
Em Lafões, nem a grande diva do desenvolvimento, Oliveira de Frades, escapou a esta avalanche de sinal negativo: assim, de uma rajada de dez anos, perde assustadoramente S. Pedro do Sul, sofre um forte abanão Vouzela e até, já o dissemos, Oliveira de Frades não foi capaz de resistir.
Aqui che(a)gados, só há uma conclusão: esta dramática questão é sistémica e envergonha todo o tecido decisório que tem tido mãos, em termos de planeamento, os desígnios deste cada vez mais assimétrico País.
Por mim, sinto-me mal, com o desamparo de uma região que assim se despovoa. Se posso ter tido culpas no cartório - crendo que tudo tenho feito para o evitar -, peço desculpa, mil desculpas, mesmo.
Tal como, no reino da canela, toda a gente caminhava para Lisboa, agora o caso é bem mais complicado: tudo foge para algures e a minha terra deixa de poder sentir a vida de quem a sustenta.
Alerta geral, eis o que quero dizer.
Só isso: é doloroso o plano inclinado em que colocamos este nosso Portugal.
Qualquer dia, o afundamento não deixa de nos bater à porta.
Muito pior que a Troika, muito mais mortífera que o Imposto Extraordinário de Dezembro deste ano da graça de 2011, daqui a uns dias, esta perda de população deve fazer-nos reflectir, politicamente e, sobretudo, filosoficamente.
Em 2011, soa a campainha de um coração que está prestes a deixar de bater.
Daqui a gerações, é isso que vai acontecer.
Se não pararmos, esta marcha destruidora e assasssina dará cabo de nós, aqueles que gostamos deste Portugal inteiro, unido, diferente e complementar.
E que detestamos uma terra de gente e outra de urtigas, tojos e cobras.
E os culpados têm rosto e contexto: os planeadores das últimas décadas, em dois regimes, o do Estado Novo e este, o da Democracia.
Se todos podem escapar aos tribunais da justiça, aos da consciência, talvez não....
Em Lafões, nem a grande diva do desenvolvimento, Oliveira de Frades, escapou a esta avalanche de sinal negativo: assim, de uma rajada de dez anos, perde assustadoramente S. Pedro do Sul, sofre um forte abanão Vouzela e até, já o dissemos, Oliveira de Frades não foi capaz de resistir.
Aqui che(a)gados, só há uma conclusão: esta dramática questão é sistémica e envergonha todo o tecido decisório que tem tido mãos, em termos de planeamento, os desígnios deste cada vez mais assimétrico País.
Por mim, sinto-me mal, com o desamparo de uma região que assim se despovoa. Se posso ter tido culpas no cartório - crendo que tudo tenho feito para o evitar -, peço desculpa, mil desculpas, mesmo.
Tal como, no reino da canela, toda a gente caminhava para Lisboa, agora o caso é bem mais complicado: tudo foge para algures e a minha terra deixa de poder sentir a vida de quem a sustenta.
Alerta geral, eis o que quero dizer.
Só isso: é doloroso o plano inclinado em que colocamos este nosso Portugal.
Qualquer dia, o afundamento não deixa de nos bater à porta.
Muito pior que a Troika, muito mais mortífera que o Imposto Extraordinário de Dezembro deste ano da graça de 2011, daqui a uns dias, esta perda de população deve fazer-nos reflectir, politicamente e, sobretudo, filosoficamente.
Em 2011, soa a campainha de um coração que está prestes a deixar de bater.
Daqui a gerações, é isso que vai acontecer.
Se não pararmos, esta marcha destruidora e assasssina dará cabo de nós, aqueles que gostamos deste Portugal inteiro, unido, diferente e complementar.
E que detestamos uma terra de gente e outra de urtigas, tojos e cobras.
E os culpados têm rosto e contexto: os planeadores das últimas décadas, em dois regimes, o do Estado Novo e este, o da Democracia.
Se todos podem escapar aos tribunais da justiça, aos da consciência, talvez não....
terça-feira, 28 de junho de 2011
Adeus, Salvador Caetano!
Tenho uma vaga ideia que estive, pessoalmente, com Salvador Caetano uma ou duas vezes na minha vida e, a partir de agora, isso não é mais possível, porque ele despediu-se de nós e eu ainda por aqui ando. Sinto que homens desta fibra, feitos de aço dos pés à cabeça, construídos palmo a palmo pelo seu próprio esforço, vontade, querer tenaz e capacidade, nos fazem falta, muita mesmo.
Confesso: nada tenho contra quem facturou milhões se, com isso, distribuiu outros tantos, ou mais, que os efeitos multiplicadores de quem cria emprego não se contam pelos dedos, sentem-se e pronto.
Dele sei que construiu um império, o da Toyota e que, um dia, há cerca de trinta anos, se lembrou de fazer com as Autarquias um protocolo para venda de uns mini-autocarros que foram o embrião da área social de todo o poder local. Fiz muitos quilómetros nessas viaturas, aquelas que estavam verdadeiramente ao " serviço da cultura e do desporto". Eis a minha divida de gratidão por este feito. Que a sua alma descanse em paz, que muito, tenho que o dizer, lhe ficámos a dever.
Já agora, peço ao meu Amigo Dr. Almeida Henriques, de Viseu, Secretário de Estado da Economia e Desenvolvimento Regional, que o tenha como exemplo de empreendedorismo e arrojo comercial e ao outro Amigo também, Professor José Cesário, que o leve sempre como exemplo para as nossas comunidades portuguesas.
Portugal está mais rico com um novo governo. Mas mais pobre, porque perdeu Salvador Caetano, a quem fiquei, por exemplo, a dever a noção de "Just in time", que vi nas suas fábricas de Gaia.
Até sempre!
Confesso: nada tenho contra quem facturou milhões se, com isso, distribuiu outros tantos, ou mais, que os efeitos multiplicadores de quem cria emprego não se contam pelos dedos, sentem-se e pronto.
Dele sei que construiu um império, o da Toyota e que, um dia, há cerca de trinta anos, se lembrou de fazer com as Autarquias um protocolo para venda de uns mini-autocarros que foram o embrião da área social de todo o poder local. Fiz muitos quilómetros nessas viaturas, aquelas que estavam verdadeiramente ao " serviço da cultura e do desporto". Eis a minha divida de gratidão por este feito. Que a sua alma descanse em paz, que muito, tenho que o dizer, lhe ficámos a dever.
Já agora, peço ao meu Amigo Dr. Almeida Henriques, de Viseu, Secretário de Estado da Economia e Desenvolvimento Regional, que o tenha como exemplo de empreendedorismo e arrojo comercial e ao outro Amigo também, Professor José Cesário, que o leve sempre como exemplo para as nossas comunidades portuguesas.
Portugal está mais rico com um novo governo. Mas mais pobre, porque perdeu Salvador Caetano, a quem fiquei, por exemplo, a dever a noção de "Just in time", que vi nas suas fábricas de Gaia.
Até sempre!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Que rica Presidente da AR!
Pronto, já esqueci de todo a barracada em relação à candidatura do Dr. Fernando Nobre para presidente da Assembleia da República. Quanto a isso, gostaria de dizer que foi bom ver o Dr. Passos Coelho a cumprir a palavra e foi excelente saber que o Dr. Nobre perdeu em toda a linha, estatelando-se no chão sem apelo, nem agravo. Ao faltar-lhe visão para sair, a tempo, desta corrida, saiu-se mal, muito mal mesmo.
Aqui, em Oliveira de Frades, que bem soube aquela vitória da democracia, da dignidade do cargo, da excelência da escolha, da grandeza da Dra. Assunção Esteves. Que honra tê-la naquele prestigiado posto de Presidente da Casa da Democracia! Que prazer ver uma senhora - e que Senhora! - como segunda figura do Estado! Que alegria!
Mulher, um outro aspecto a relevar, tudo se conjugou para que fosse imensamente melhor a emenda que o soneto.
Na segunda-feira, fez-se justiça por vias travessas. Na terça, escreveu-se uma página brilhante na vida do Parlamento.
Pronto, já esqueci os passos anteriores e, creio, que para sempre.
Aqui, em Oliveira de Frades, que bem soube aquela vitória da democracia, da dignidade do cargo, da excelência da escolha, da grandeza da Dra. Assunção Esteves. Que honra tê-la naquele prestigiado posto de Presidente da Casa da Democracia! Que prazer ver uma senhora - e que Senhora! - como segunda figura do Estado! Que alegria!
Mulher, um outro aspecto a relevar, tudo se conjugou para que fosse imensamente melhor a emenda que o soneto.
Na segunda-feira, fez-se justiça por vias travessas. Na terça, escreveu-se uma página brilhante na vida do Parlamento.
Pronto, já esqueci os passos anteriores e, creio, que para sempre.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Duas da tarde, dúvidas sobre aquilo que seria de evitar(?)
Nestas curtas duas linhas, quero manifestar o meu agrado por termos governo em cima da mesa e saudar os eleitos que hoje tomaram posse na nossa AR, que bem precisa de retocar a sua imagem, para voltar a ser o centro dos centros de todas as decisões. Conhecido esse governo? Nem por isso, mas esta ignorância, obviamente minha, pode ser um ponto a favor do futuro, que o secretismo tem ares de alma do negócio. Vejamos o que vem por aí!...
Uma hora antes da votação de próximo Presidente da Assembleia da República, quero aqui deixar bem clara a minha posição: face a tanta incerteza e tendo em conta aquilo que senti, ao ver o ambiente na própria AR, tenho a ideia que restam 40 minutos para uma salutar decisão - o assomo de dignidade de quem, sendo motivo de tanta controvérsia, declarar que não está na corrida.
Se o Dr. Fernando Nobre assim fizer, prestará um bom serviço ao país.
Não sei se, ao avançar, vai ser eleito. Mas são tantos os anticorpos que mais valia ele ficar na bancada geral, serenamente como deputado que é e disso não tenho dúvidas.
Mas o seu percurso, até aqui, já deu água pela barba.
Talvez - e daqui a bocado vou confirmar, ou engolir em seco! - seja hora de voltar atrás e dizer que avance outra gente.
Será muito melhor. Diz isto quem lê os acontecimentos 50 minutos antes da respectiva votação. E faço-o por imperativo de consciência e de responsabilidade política, passe a imodéstia, que julgo ter...
Uma hora antes da votação de próximo Presidente da Assembleia da República, quero aqui deixar bem clara a minha posição: face a tanta incerteza e tendo em conta aquilo que senti, ao ver o ambiente na própria AR, tenho a ideia que restam 40 minutos para uma salutar decisão - o assomo de dignidade de quem, sendo motivo de tanta controvérsia, declarar que não está na corrida.
Se o Dr. Fernando Nobre assim fizer, prestará um bom serviço ao país.
Não sei se, ao avançar, vai ser eleito. Mas são tantos os anticorpos que mais valia ele ficar na bancada geral, serenamente como deputado que é e disso não tenho dúvidas.
Mas o seu percurso, até aqui, já deu água pela barba.
Talvez - e daqui a bocado vou confirmar, ou engolir em seco! - seja hora de voltar atrás e dizer que avance outra gente.
Será muito melhor. Diz isto quem lê os acontecimentos 50 minutos antes da respectiva votação. E faço-o por imperativo de consciência e de responsabilidade política, passe a imodéstia, que julgo ter...
terça-feira, 14 de junho de 2011
Festas e eleições
Oito dias depois de ter ido às urnas - um nome que faz aumentar a abstenção, tão trágico ele é - e com a intenção de estar com a minha "malta", lá parti eu com a UMJA - Sobreira, Oliveira de Frades - na ideia de partilhar um tempo de convívio, muito, e de música também, mas com as minhas próprias limitações, que sou um verdadeiro cepo nessa matéria, para o concelho de Cantanhede.
Era manhã e a juventude criativa de minha terra, cedo, compareceu à chamada. O autocarro da Câmara Municipal de Oliveira de Frades levou-nos ao destino: Venda Nova. Ali chegados, eis que nos esperava um grande "arruado", uma gíria filarmónica, de duas horas e trinta minutos, beco a beco, à cata de dinheiro para a festa local, a de Santo António. Uma estafa de todo o tamanho, que a minha "malta" não regateou.
Veio o intervalo e o almoço, que se papou, tanta era a larica...
A tarde, comprida que se farta, trouxe uma ida à Feira de Artesanato de Cantanhede e, depois disso, a Missa e Procissão, novamente pelas mesmas ruas da citada povoação.
Pensei para comigo mesmo: grande "malta" é esta, a da minha UMJA - anda, toca a bom tocar, troca sorrisos e avança por aí fora!... Uma riqueza, sem dúvida.
Dei comigo, ainda, a magicar, por outro lado, no seguinte: se cada Marcha de Lisboa, como me contou o jovem e talentoso Maestro Pedro Serrano, recebeu, em 2011, a "módica" quantia de 30000 euros, que diríamos nós se para a UMJA fosse tal maquia, um ano que fosse?...
A ser assim, há mesmo assimetrias e grossas desigualdades.
É, talvez e também por isso, que cada vez mais gente se afasta das tenebrosas urnas. Cheirando a cadáver, delas se foge a sete pés.
Mas com a UMJA vale a pena viver.
E ir ao seu passeio no próximo dia 2 de Julho, sábado, assim como assistir a suas actuações, nomeadamente em Vouzela, dia 19 deste mês de Junho, nas Festas da Comemoração do Centenário da Casa de Lafões - Lisboa...
Era manhã e a juventude criativa de minha terra, cedo, compareceu à chamada. O autocarro da Câmara Municipal de Oliveira de Frades levou-nos ao destino: Venda Nova. Ali chegados, eis que nos esperava um grande "arruado", uma gíria filarmónica, de duas horas e trinta minutos, beco a beco, à cata de dinheiro para a festa local, a de Santo António. Uma estafa de todo o tamanho, que a minha "malta" não regateou.
Veio o intervalo e o almoço, que se papou, tanta era a larica...
A tarde, comprida que se farta, trouxe uma ida à Feira de Artesanato de Cantanhede e, depois disso, a Missa e Procissão, novamente pelas mesmas ruas da citada povoação.
Pensei para comigo mesmo: grande "malta" é esta, a da minha UMJA - anda, toca a bom tocar, troca sorrisos e avança por aí fora!... Uma riqueza, sem dúvida.
Dei comigo, ainda, a magicar, por outro lado, no seguinte: se cada Marcha de Lisboa, como me contou o jovem e talentoso Maestro Pedro Serrano, recebeu, em 2011, a "módica" quantia de 30000 euros, que diríamos nós se para a UMJA fosse tal maquia, um ano que fosse?...
A ser assim, há mesmo assimetrias e grossas desigualdades.
É, talvez e também por isso, que cada vez mais gente se afasta das tenebrosas urnas. Cheirando a cadáver, delas se foge a sete pés.
Mas com a UMJA vale a pena viver.
E ir ao seu passeio no próximo dia 2 de Julho, sábado, assim como assistir a suas actuações, nomeadamente em Vouzela, dia 19 deste mês de Junho, nas Festas da Comemoração do Centenário da Casa de Lafões - Lisboa...
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Dia D
Ontem foi uma espécie de dia D no que concerne à política do nosso país. Face a tanta incerteza, tanta dúvida e trapalhada, só uma mudança destas nos poderia trazer algum sossego. Algum, disse bem, que, aqui em Oliveira de Frades, não vamos em ondas, nem comemos tudo aquilo que nos dão...
Assim, com esta vitória, mais folgada do que diziam as sondagens, menos do que desejávamos, abrem-se pistas novas, descobrem-se outros horizontes, mas os velhos fantasmas e medos não desaparecem de todo. Apologistas de que cautelas e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém, esse é alimento que vem sempre a calhar.
Ganhou quem eu queria? É verdade. Mas estou totalmente satisfeito? Jamais, em tempo algum, até porque estou sempre à espera de melhor.
É bom o governo que aí vem? Talvez.
Melhor do que a insustentável situação em que vivíamos, disso não duvido.
Agora, é hora de esperar e cara alegre...
Mas com um olho de lado, que isto de nova gente tem sempre (o) que se lhe diga.
Aqui, nesta minha terra, que aguarda por melhores dias e outra gente, estamos confiantes, qb.
Venha o Governo e comece-se a trabalhar, que a Troika não é para brincadeiras.
Logo? Não. Agora e já!...
Assim, com esta vitória, mais folgada do que diziam as sondagens, menos do que desejávamos, abrem-se pistas novas, descobrem-se outros horizontes, mas os velhos fantasmas e medos não desaparecem de todo. Apologistas de que cautelas e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém, esse é alimento que vem sempre a calhar.
Ganhou quem eu queria? É verdade. Mas estou totalmente satisfeito? Jamais, em tempo algum, até porque estou sempre à espera de melhor.
É bom o governo que aí vem? Talvez.
Melhor do que a insustentável situação em que vivíamos, disso não duvido.
Agora, é hora de esperar e cara alegre...
Mas com um olho de lado, que isto de nova gente tem sempre (o) que se lhe diga.
Aqui, nesta minha terra, que aguarda por melhores dias e outra gente, estamos confiantes, qb.
Venha o Governo e comece-se a trabalhar, que a Troika não é para brincadeiras.
Logo? Não. Agora e já!...
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