terça-feira, 20 de maio de 2014

O meu manifesto para as eleições europeias de 2014

Sou um humilde cidadão do concelho de Oliveira de Frades, região de Lafões, que se interessa pela vida cívica e pelo desenvolvimento do país e da zona em que habita, por gosto e por convicção. Sinto que os poderes públicos, praticamente todos eles, têm falhado em termos de coesão social, territorial e de justiça em equilíbrio e redistribuição dos bens que a todos pertencem, mas que quase só caminham para os grandes Centros e para o litoral. Sinto-me injustiçado e tramado de todo. Sei que Portugal não atravessa um bom momento, apesar de se ter despedido (???) da Troika, mas o que mais me dói é o facto de saber que o Interior é sempre um parente pobre das decisões tomadas em Lisboa e em Bruxelas... Gosto de tomar parte nas decisões, por direito e por dever. Vou, por isso, VOTAR no próximo dia 25 para o Parlamento Europeu. Pensando pela minha cabeça e sendo algo avesso a cartilhas ( a de João de Deus é outra coisa!), quero, hoje, no entanto, subscrever, na íntegra, o MANIFESTO DOS GOVERNOS LOCAIS E REGIONAIS do Conselho de Municípios e Regiões da Europa, a propósito destas mesmas eleições de 2014, em que se defende uma Europa solidária, forte, unida, coesa, sustentável, pacífica, democrática, que não esqueça as realidades locais, sejam elas quais forem. É isso que espero. E tenho pena que pouco se fale do que será a Europa das regiões no futuro e muito de balofo para aí se ande a badalar. Conto com Fernando Ruas para ser o nosso porta-voz... Se o não fizer, vai ter de me ouvir, isso vai...

Um relatório com cerca de ano e meio, a malhar no FMI...

O meu Relatório Esta nossa vida anda a abarrotar de relatórios: são os da Protecção Civil, os da Segurança Rodoviária, estes com saborosos ganhos acrescidos, face a tempos de maior e mais pesada sinistralidade, são os da ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social e da RTP, que têm relatado muito pouco e mal, são os da PSP, são estes e aqueles. Faltava-nos mais um: este, aquele que o Governo, sem jeitinho nenhum para estas andanças da concertação social, do diálogo e da conversa séria e pegada, que produza resultados concretos, fundamentados e com ponta por onde se lhe pegue, este que encomendou àquela malta do FMI deslavada de alma, munida apenas de botões e de folhas de cálculo, e que estes técnicos nos quiseram impingir. Antes de prosseguir, lavro aqui uma fortíssima declaração de interesses: aquela malta nada me que diz, não votei nela, não os escolhi, pouco ou nada fiz para os chamar a virem aqui, mas tudo isso fiz com quem lhe encomendou este sermão. Ai, isso fiz. Votei nessa gente, dei-lhe o meu mandato para, herdada uma enormíssima carga de dívidas, tentarem arranjar soluções para ultrapassar o difícil buraco em que nos encontrávamos. Antes, preparando-me, li um livro, o “Mudar”, onde vi muitas ideias com que me identificava e outras tantas que gostaria de não ter visto ali estampadas. Confesso-me: não sou tão liberal como ali se registou em certo pensamento. Mas estava cheio de ver o país a afundar-se. E desejava assistir a uma mudança clara, de rosto humano, certeira, voltada para um futuro melhor para Portugal e para cada um de nós, os Portugueses. Enganei-me, lamento-o. Feita esta viagem pelo meu subconsciente, que assim quis vir ao de cima, voltemos ao citado Relatório, o do FMI – Fundo Monetário Internacional, que até se esqueceu dos livros e dos discursos de sua Presidente, que tem vindo a defender outras receitas, que não a austeridade por si mesma. Num bem nutrido número de páginas, em tamanho, o que não quer dizer em ideias, aponta um razoável diagnóstico, aquele que chega a ser do consenso comum, mas, depois, em propostas concretas, é uma lástima. Pegando no que de mais fácil lhe vem à mão, de tesoura em riste, corta aqui, corta acolá, mas esquece que não devem ser esses os alvos a atingir, nem de longe, nem de perto. Vendo neles uma fonte de receita que não pode nem tem vocação para fugir, toca a mexer nessa manteiga quente. O resto, aquilo que é o cerne do nosso problema, as fraudes, os gastos nas tais gorduras do Estado, o desbaratar de verbas em empresas públicas e fundações, em PPP, a fuga aos impostos, os bancos que são uma esponja do nosso dinheiro nacional, aí, népia. Nem nos desmesurados juros e comissões que ele, FMI, nos cobra pelos serviços prestados em encontrar soluções para a pesada dívida que temos acumulado ao longo de anos. Com amigos destes, venham os inimigos que com eles bem pode (re)mos… Em gracioso contributo do blogue “Aventar.eu”, que promoveu uma intensa campanha pública de tradução deste volumoso documento, em regime de colaboração voluntária – e ainda só passei os olhos pelas primeiras páginas -, dá para perceber a gravidade do que ali está contido. Como que a lavrar em seara alheia, tudo lhes é permitido desenterrar: a saúde, as pensões, os vencimentos, a educação, os subsídios de desemprego, o tempo de trabalho, a segurança social, mas, digo-o, talvez por ainda não ter visto tudo, talvez haja muito mais para desvendar e pôr-nos e pensar. Lá chegaremos em próxima ocasião. Entretanto, o que muito nos incomoda é o facto de, sabendo que temos massa crítica à altura de estudarmos a fundo estes desafios de termos de refundar o País, andarmos a mendigar (?) pretensas soluções para uma nação que está verdadeiramente de tanga e desfigurada no seu modelo de desenvolvimento ( ver o blogue “ Freidogozo”, Um país desalinhado, que o “Pastel de Vouzela” acabou de citar) e que, em vez de procurar no seu seio as soluções para estes monumentais problemas, ter ido tão longe e tão distante, em sentido real e figurado, apanhar meia dúzia de “bitaitadas”, daquelas que, num qualquer gabinete de contabilidade ou balcão de merceeiro, num vulgar caderno de deve e haver, se conseguem colocar no papel. Não sabemos qual a pipa de massa que se vai pagar por mais este tremendo estudo. Ora, aí está mais um dado para o nosso Governo nos desvendar. Mais: isto, em termos de debate nacional, urgente, necessário e vital para os dias de amanhã, é mesmo contraproducente. Sendo acha para uma fogueira que já tem gasolina a mais, só vem complicar. Por isso, um pedido aqui deixamos: rasgue-se isto e parta-se para um diálogo com todas as letras e com todas estas questões em cima da mesa para uma discussão séria. Mas com tempo. Mande-se lixar Fevereiro e diga-se que só poderemos ter soluções depois de toda a nossa sociedade se ter pronunciado a sério sobre os caminhos que há a percorrer e quais os melhores meios para o fazer. Para cá da Europa e do mundo, mandamos nós. Nem que devamos um ror de dinheiro, Mas vamos pagá-lo e isso não pode ser uma submissão desta envergadura, Nem um garrote que não possamos desapertar: Carlos Rodrigues, in “ Notícias de Vouzela”, Janeiro de 2013. Há cerca de ano e meio, assim via a Troika por cá… Depois da sua ida para fora de nossas portas, para, infelizmente, ainda por cá voltar, mas sem a mesma prosápia de tudo querer controlar, sinto-me bem com a sua partida. Gosto muito de ser livre e independente…

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Adeus (?), TROIKA

Dentro de dias, na sua versão mais pesada, a Troika irá partir. Dizem que a sua sombra e a sua vinda se manterão, com regularidade, aí até ao ano 2040, mais coisa, menos coisa, pelo que custará muito tempo até que a vejamos totalmente pelas costas. Azar nosso. A saída, dita limpa, talvez não passe no teste do OMO, sendo provável que haja para aí uma qualquer nodoazita a ensombrá-la. Mas, para um País que sofreu na carne e nos ossos a dureza extrema de um resgate, que nos ia abafando, este nosso Povo merece que, ao menos, sejamos capazes de mostrar a nossa valentia e, não tendo havido uma segunda dose de empréstimos, como aconteceu na Grécia ( que ainda está carregada de dúvidas), esse é um sinal de maturidade de que nos devemos orgulhar. Valha-nos isso!...

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Texto de 2011, em "Notícias de Vouzela", válido hoje

Certezas, só as do tempo, agora de Outono Olho para leste, para a nossa Europa, onde nada ou pouco encontro, de novo, de seguro, de força para o futuro. Há anos, com o Dr. Manuel Porto e outros parceiros de caminhada, aprendi, em Coimbra, nos anos oitenta e noventa, em Estudos Europeus, que a então CEE tinha nascido para reerguer este Continente devastado por uma mortífera Guerra, a Segunda de âmbito mundial. Antes, aparecera a Comunidade Económica do Carvão e do Aço, por exemplo, como forma de gestão de uma matéria-prima que fora sempre objecto de discórdia e muito terror. Com essa medida, a França e a Alemanha viram-se sem mais um motivo do conflito. Depois, seguiu-se uma poderosa marcha, a partir dos seis mosqueteiros iniciais, rumo à União Europeia dos 27 países e à actual Zona Euro, com um pouco menos de adesões. Nesses tempos, havia políticos de uma enorme envergadura e a Europa, sonho e realidade, fazia-se, pedra a pedra, às vezes com cadeiras vazias, como aconteceu com Charles de Gaulle, mas com rumos definidos. Agora, quando as ameaças são também fortes, ainda que menos declaradas, falta-nos tudo: gente com capacidade de previsão e acção, líderes à altura dos tempos difíceis que vivemos, dinheiro que foge para onde não deve, vontade que começa a esmorecer, capacidade de resistência que estas incertezas, se não matam, amolentam, sem dúvida… Só assim se compreendem tantos adiamentos de decisões, mesmo que isso faça perigar uma série de países, uns em recuperação, Grécia, Portugal e Irlanda, outros à beira de percorrerem, porventura, tais e tão perigosos caminhos, como sejam a Espanha, a Itália, a Bélgica e por aí fora. Enquanto estas montanhas ameaçam também ruir – até agora foram aqueles pequenos montes!... – e nada é feito para travar o ataque concertado ao euro e às nossas economias, é hora de vir para a rua e gritar: ACORDEM LÍDERES EUROPEUS, que amanhã pode ser tarde, muito tarde demais, num irremediável abismo em que, se nada for feito em contrário, todos fatalmente viremos a tombar, sem apelo, nem agravo. Reunidos em Julho, salvo-erro, de novo, no passado domingo, amanhã (ontem) quarta-feira, há encontros a mais, gastos indevidos em deslocações e estadias e tomadas de posição acertadas a menos. Também aqui há que dar o exemplo que, internamente, se apregoa: mais eficiência e mais eficácia precisam-se. Não sabemos o que foi decidido ontem, quarta, mas tememos, pelo andar da carruagem, que tenha sido o pior: nada, ou pouco mais do que isso. Se assim foi, é cada vez mais incerto o nosso futuro e o de nossos filhos e netos que podem vir a ficar, prematuramente, órfãos de um projecto em que tanto (nós) temos acreditado. Se a Europa assim anda mal, por cá a saúde não é melhor. Logo, por hoje, este triste desabafo chega e sobra para mostrar o nosso estado de alma: uma lástima e está tudo dito!...De certeza, temos apenas esta (boa) chuva de Outono, um bálsamo que veio mesmo a calhar… Carlos Rodrigues, in “Notícias de Vouzela”, Outubro, 2011, actual em Abril, 2014, ou ainda pior…

terça-feira, 15 de abril de 2014

Não digo nada: esta gente quer matar o 25 de Abril

Boa tarde, Amigos! Nestes dias, dando a minha costumada volta pelos jornais, pela comunicação social em geral e pelas redes sociais, sinto-me triste: há pouca elevação, em muitas situações, nas considerações que se fazem aos 40 anos do 25 de Abril. Em primeiro lugar, não gosto do açambarcamento que certa gentinha quer fazer desta data, quais usurpadores; posteriormente, também não vejo bem que os militares andem para aí cheios de fanfarronice e eu que sei que foram eles os obreiros da necessária e bendita Revolução de Abril; e, para finalizar, acho de muito mau gosto as tiradas da Presidente da Assembleia da República, uma espécie de menina-bem, quando, na recente polémica que a opôs à tropa, veio dizer que se "amanhem", ou algo do género. Também não aceito que o Dr. Soares,ex-PR, se atire ao Professor Cavaco, actual PR, nos termos em que o fez, dizendo que nunca usou cravos porque pertenceu ao antigo regime. Raios parta esta gente! Considero-me gente da gente de Abril. Fui militar em Moçambique, de 1972 a 1974. Participei, com vontade e gosto, numa espécie de levantamento de rancho em Tavira, em 1972. Contestei por dentro, estando lá. Nunca tive asilos dourados, há que o dizer. Entendo, por tudo isto, que o 25 de Abril é património nacional e que não pode ser assim nem abocanhado, nem usurpado como coisa própria, nem visto como arma de arremesso de revolucionários de meia tigela...É nosso, pelo menos assim o sinto... Raios parta quem o traz na boca, mas foi sempre gentinha de estufa!...

terça-feira, 1 de abril de 2014

Lágrimas de emoção na reintegração de trabalhadores da ASSOL na CM de S. Pedro do Sul

Hoje, logo pela manhã, o dia começou muito bem para seis trabalhadores, apoiados pela ASSOL, que eram funcionários da CM de S. Pedro do Sul, em projecto lançado em cooperação com o IEFP, há anos. Em 2011, esta entidade cortou os subsídios e o enclave fechou, com uma consequência trágica, o despedimento destas pessoas com deficiência. Hoje, repito, depois de muitas diligências e de processos em Tribunal, agora retirados, de uma nova lei de enquadramento, de múltiplas negociações, foi possível restituir a esta gente a dignidade de se sentirem úteis e felizes, trabalhando. Justificam-se assim as lágrimas vertidas no Salão Nobre, quando, após uma Conferência de imprensa, assinaram, de novo, os contratos para ali exercerem as suas funções. Grande dia este um de Abril, na mais grata das verdades para quem tanto precisa de apoios e, neste caso, de regresso ao local onde foram felizes, durante anos!...

quarta-feira, 19 de março de 2014

Oliveira de Frades em movimento, apesar da crise

Lutar contra a força de ventos contrários Em cada dia que passa, mil catástrofes se anunciam. Para vencer aquelas que os homens, eles próprios, provocam, nada melhor do que curar a ferida com o pelo do mesmo cão. Reside neles, em cada um de nós, a força que pode conduzir-nos, de novo e sempre, à vitória. Só nos tornamos impotentes perante as investidas da natureza, como acabou de acontecer, em Itália, onde um tremor da terra, trouxe, uma vez mais, a destruição e a morte, o que muito lamentamos. Condenamos, por outro lado, uma outra loucura humana que, numa escola, também italiana, semeou o terror e tirou do nosso convívio uma jovem na flor da idade, com uma bomba ali colocada. Com um sinal negativo, temos ainda e agora o corte do QREN – Quadro de Referência Estratégica Nacional – onde houve a suspensão da aprovação de financiamentos comunitários, por via de hipotéticos novos concursos, o que leva à queda do investimento que lhe está inerente. Desta feita, até à conclusão da reprogramação que está em curso, e que pode continuar por mais uns meses, não há verbas que possam surgir dessa fonte de receitas. Se de fora ficam os incentivos às empresas e iniciativas ligadas ao apoio ao emprego e ao empreendedorismo, bem como os programas “Estímulo 2012” e “Impulso Jovem”, esta não é, seguramente, uma boa notícia. Mas, no meio desta hecatombe e de tudo aquilo que a crise nos tem trazido de mau, há dados que mostram um outro lado muito mais agradável, muito mais promissor. Enquanto há quem semeie tempestades, outros são capazes de das pedras fazer pão. Para comprovar esta verdade, lançamos um convite a quem tem a pachorra de nos ler: que venham até à Zona Industrial de Oliveira de Frades, numa manhã e com vagar e poder de observação. Aquela rua principal, em hora de entrada no trabalho, nas unidades fabris e nos respectivos serviços administrativos e de apoio às actividades produtivas, é uma chuva de veículos e pessoas em correria desenfreada para os seus postos de emprego. Temos a certeza que é de trabalho que estamos a falar, não de uma mera ocupação para preencher tempo e ver as horas passar. Ali, para onde aquela gente vai, qualquer que seja o seu destino, há produção pela certa e o país tem de saber que assim acontece. Em fila contínua, os carros sucedem-se uns atrás dos outros. Fazer ultrapassagens é processo arriscado e desaconselhado. Aliás, dado que todos os condutores sabem o que estão a fazer e que os espera uma missão a cumprir, não há razões para se querer inverter a marcha serena dessas manhãs de criação de riqueza e de afirmação empresarial. Por mais que se destruam instrumentos decisivos para a economia funcionar, como é aquele que citámos relativo ao atrofiamento do QREN, há sempre quem saiba e queira resistir. Aquelas manhãs de corrida para as fábricas são disso impressionante e inegável testemunho. Mas não fica por aqui esta nossa observação: em resposta às crescentes dificuldades de se usarem carros individuais, entram em cena os transportes colectivos em viaturas fretadas, que para ali vêm mal começa o dia e dali vão quando o relógio de ponto disse que está na hora de partir. Em autocarros das firmas “Murtosa” e “Marques”, maiores, ou mais pequenos, são às dezenas, muitas dezenas, os jovens que ali aportam, porque ali encontraram pão, quando, em tantos outros lados, ele escasseia. De mochila e mala de computador aos ombros ou às costas, um dia de dedicação às suas funções os espera. Uma semana e um mês se seguem. E anos também, assim o cremos. Entre o meio dia e as catorze horas, muita dessa gente busca os restaurantes das redondezas e o ciclo económico constrói-se com esses fluxos financeiros. Mas há “sacos” que indiciam uma outra realidade: a de quem traz a marmita de casa, que os orçamentos familiares são cada vez mais magros e apertados. Esses, hoje, já não saem do seu canto, onde comem e laboram. Mas vêm e isso é o que mais nos importa. Quando o desemprego sobe vertiginosamente e deixa milhares e milhares de pessoas e famílias na angústia de dias sem caldo e sem pão, esta alegria de ver que, ali, assim há ranchos de empregados a acorrerem às suas sedes de trabalho é um gosto que muito nos anima. Sendo assim, são cheias de sol as manhãs em Oliveira de Frades, um celeiro que os governantes têm o dever de acarinhar e estimar. Por isso, não podem afogar esta gente criativa, e que faz do risco empresarial o seu dia a dia e o sustento de milhares de bocas, em incertezas quanto ao dia seguinte. Ouvindo-se palavras de incentivo ao crescimento, é esta postura (nova) que se exige de quem nos governa. Carlos Rodrigues, in “Notícias de Vouzela”