sexta-feira, 5 de novembro de 2021
Afinal, as tristezas não param...
Nesta Crónica dos Meus Dias, andava eu com uma certa ideia de que a Covid estaria para nos deixar. Nada de mais errado, porque ela por aqui parece que quer continuar a andar. Falhei nos meus vaticínios, tal como acontece em muitas das perspectivas que prevejo para o futuro. Deste modo, raramene acerto no Euromilhões e nestas questões gerais muito menos... Azar...
quinta-feira, 4 de novembro de 2021
Embrulhado num cobertor à espera da bomba atómica política
Nesta Crónica dos Meus Dias, já se sente - e de que maneira! - o frio por estas Beiras, neste meu pedaço de Minho que é a região de Lafões em que vivo e onde nasci. Apetece vestir os camisolões e até as mantas grossas, acolhendo-nos ao calor de uma lareira crepitante. Gasta-se lenha, mas ganha-se em conforto. Hoje, de olhos na TV e de ouvidos nas rádios, o que se espera é a comunicação do Presidente da República sobre as próximas eleições legislativas. Não se aguardam novidades de maior, a não ser quanto ao calendário, ou mais ao retardador, ou em modo mais acelerado. Já se sabe que haverá sempre descontentes, mas a decisão final é pessoal e intransmissível, pertencendo por inteiro ao PR, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa. Venha a decisão, que isto de andarmos sempre em suspense já é chão que deu uvas...
quarta-feira, 3 de novembro de 2021
Ambiente e Finanças sem acertarem o passo
Nesta Crónica dos Meus Dias, narrando partes de uma certa contenda que venho mantendo com as Finanças, vim a descobrir que a beneficiação de uma caldeira não pode ser considerada como valorização do imóvel em que se integra. Com dificuldades em aceitar esta enviesada leitura, talvez me venha a restar a sua anulação, mas manifesto aqui o meu descontentamento e a minha desilusão, porque sempre pensei que a citada caldeira era parte da casa em questão. Estranho ainda estes problemas com questões tão pequenas, quando milhões e milhões de euros fogem ao fisco a olhos vistos em cada dia que passa. Azar de quem assim quer ser justo e sincero. Raios parta isto!...
terça-feira, 2 de novembro de 2021
Gritarias partidárias
Nesta Crónica dos Meus Dias, ando a ouvir vozearia a mais em certos partidos do meu país. Queimando-se por dentro, até se esquecem que, dentro de algum tempo, haverá eleições e desconfio que estas contendas, mais pessoais do que necessárias, podem minar a credibilidade que, creio, irão pedir quando forem para a rua em (pré/ e) campanha. Não sei se se não vão arrepender. Não sei mesmo, mas estou em crer que não ganham nada com isto. Paciência... Que se entendam!...
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
Dias de luto
Nesta Crónica dos Meus Dias, este dia 1 de Novembro, a celebração de Todos os Santos, foi dedicado a visitar os cemitérios onde repousam os nossos antepassados, familiares e amigos. Foi muita a dor. Mas, no meio dessa tristeza, um outro aspecto social revelou-se muito importante: o contacto com tanta gente das nossas relações sociais que vêm às suas e nossas terras com a mesma intenção, a de honrar quem, um dia, acabarm por perder...
domingo, 31 de outubro de 2021
Domingo com cheiro a sábado
Nesta Crónica dos Meus Dias, este domingo, último dia do mês de Outubro de 2021, nem parece sê-lo. Como amanhã é feriado, em segunda-feira, o Dia de Todos os Santos, mais parece um qualquer sábado. Além do mais, chove e faz vento. Mostra uma certa tristeza, própria destes tempos de Finados. Para mim, pouco ou nada do Dia das Bruxas, efeméride que me passa completamente ao lado. Olho para o outro ponto, o da memória e da saudade de quem partiu, que amanhã e depois (Dia dos Fiéis Defuntos) mais se acentuam. Isto é o prisma sentimental. Politicamente, nada me agradam os episódios que se estão a viver no CDS e PSD. Num lado, a debandada e as discussões jurídicas sem fim. No outro, o desentendimento e a crispação que não ajudam nada à construção do futuro... Enfim, guerras intestinais que só destroem e nada constroem... Outros se riem com isto...
sábado, 30 de outubro de 2021
Dias tristes
Nesta Crónica dos Meus Dias, estes tempos são de uma grande tristeza. Para recordar e honrar os nossos saudosos antepassados, ainda hoje fui a uma fábrica de mármores para trazer uma placa funerária. Mau sinal. Entretanto, por estar perto, dei uma saltada ao Restaurante Laranjeira, em S. Pedro do Sul, com propriedade e gerência de um bom amigo e colega confrade, onde degustei um bom bacalhau à liberdade, sendo que só esta designação me deixa altamente feliz, para contrastar com esta época dos finados. Com floreados e sem cortes e com tudo a condizer, aquele bacalhau foi um hino a esse estado de espírito, o de sermos livres e de podermos saborear o que de bom temos. Em maré de preparação de mais umas eleições, que NUNCA percamos a essência do regime em que vivemos, o da democracia e da liberdade...
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