quarta-feira, 10 de novembro de 2021
Um outro passo em termos de formação...
Depois de termos estado em paragem obrigatória, porque a Covid 19 assim determinou, as nossas funções em termos de aulas na Universidade Sénior de Vouzela, postas em banho-maria desde Março de 2020, reiniciaram-se esta semana. Desta forma, a nova disciplina História, Cultura e Património voltou hoje ao Auditório Municipal. Foi um prazer voltar a esta missão. Que ela prossiga pelos tempos fora, sem vírus e com o entusiasmo de sempre...
terça-feira, 9 de novembro de 2021
Modernidades que podem trazer problemas
Nesta Crónica dos Meus Dias, fui confrontado com a necessidade de procurar os serviços do registo de terrenos na plataforma BUPI, o que me fez esbarrar numa série de dificuldades e em graves questões e problemas de consciência. Olhando para o écran de um computador em que só se descobriam as copas das árvores, tornou-se-me altamente complicado registar, no terreno, um desenho correcto das minhas propriedades. Face a essa situação, optei por não avançar com essa operação até vir a conseguir um LEVANTAMENTO in loco do espaço a delimitar. Pensando neste esquema, DESCONFIO dos resultados que se possam vir a obter. Dentro de algum tempo, vão chover as questões jurídicas porque é fácil apanhar aquilo que é nosso e o que é dos outros. PROPONHO mesmo que se acabe com esta metodologia, na medida em que pode fazer mais mal que bem. Fazer o CADASTRO das propriedades, muito bem, mas assim NÂO, NUNCA... Isto vai dar raia e da grossa...
segunda-feira, 8 de novembro de 2021
Início de semana com uma novidade: vai reabrir a Universidade Sénior de Vouzela
Nesta Crónica dos Meus Dias, esta segunda-feira já cheira a um projecto em que orgulhosamente participo, pois vai reabrir a Universidade Sénior de Vouzela. Encerrada em Março de 2020, como consequência da pandemia, reabriu ontem, domingo, as suas portas, data também aproveitada para as comemorações do seu 10º aniversário. Em maré de "trabalho", desde logo se começou com visitas guiadas às Torres de Vilharigues e Alcofra, localidade onde também se saboreou um bom almoço-convívio, contando-se com uma iguaria local, a sua Sopa Seca, acompanhada da Vitela de Lafões... Agora, prossegue o respectivo ano escolar...
domingo, 7 de novembro de 2021
Lafões em vida activa em Lisboa e na origem
Nesta Crónica dos Meus Dias, devo confessar que, ontem, sábado, tive um dia em cheio na Casa de Lafões, em Lisboa, que comemorou 110 anos de vida, um século e mais dez anos, que marcam a acção dedicada e voluntariosa de um grupo de migrantes lafonenses na capital, que se uniram para lutarem pela passagem do caminho de ferro do Vale do Vouga nas suas terras de origem. Foi tão forte a pressão destas gentes de Oliveira de Frades, Vouzela e S. Pedro do Sul que, em 1913/1914, o comboio veio mesmo a passar por estas paragens, entre a Sernada e Viseu. Morto algumas décadas depois, agora é uma saudade e memória. Mas o Grémio Lafonense, que ergueram naquela cidade em 5 de Outubro de 1911, posteriormente convertido em Casa de Lafões, ainda hoje perdura no nº 199 da Rua da Madalena, ali bem no centro. Pelo meio a caminho desse evento, recebo mais uma triste notícia, a da morte da Rosário, funcionária na CCAM de Oliveira de Frades, que, sem tempo, para nos dizer adeus, tombou no seu posto de trabalho. Um eterno beijo, Rosário, e até um dia. Hoje, domingo, depois de em Março de 2020 ter cerrado portas a Universidade Sénior de Vouzela, eis que, quase dois anos após, deu sinal de vida e reabriu as suas actividades lectivas com uma Sessão Solene no Auditório Municipal, umas visitas às Torres medievais de Vilharigues e Alcofra e um almoço de convívio nesta localidade, em que, como sempre, foi rainha a sua Sopa Seca... Vamos em frente, que a partir de amanhã, as aulas já serão a sério...
sexta-feira, 5 de novembro de 2021
Afinal, as tristezas não param...
Nesta Crónica dos Meus Dias, andava eu com uma certa ideia de que a Covid estaria para nos deixar. Nada de mais errado, porque ela por aqui parece que quer continuar a andar. Falhei nos meus vaticínios, tal como acontece em muitas das perspectivas que prevejo para o futuro. Deste modo, raramene acerto no Euromilhões e nestas questões gerais muito menos... Azar...
quinta-feira, 4 de novembro de 2021
Embrulhado num cobertor à espera da bomba atómica política
Nesta Crónica dos Meus Dias, já se sente - e de que maneira! - o frio por estas Beiras, neste meu pedaço de Minho que é a região de Lafões em que vivo e onde nasci. Apetece vestir os camisolões e até as mantas grossas, acolhendo-nos ao calor de uma lareira crepitante. Gasta-se lenha, mas ganha-se em conforto. Hoje, de olhos na TV e de ouvidos nas rádios, o que se espera é a comunicação do Presidente da República sobre as próximas eleições legislativas. Não se aguardam novidades de maior, a não ser quanto ao calendário, ou mais ao retardador, ou em modo mais acelerado. Já se sabe que haverá sempre descontentes, mas a decisão final é pessoal e intransmissível, pertencendo por inteiro ao PR, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa. Venha a decisão, que isto de andarmos sempre em suspense já é chão que deu uvas...
quarta-feira, 3 de novembro de 2021
Ambiente e Finanças sem acertarem o passo
Nesta Crónica dos Meus Dias, narrando partes de uma certa contenda que venho mantendo com as Finanças, vim a descobrir que a beneficiação de uma caldeira não pode ser considerada como valorização do imóvel em que se integra. Com dificuldades em aceitar esta enviesada leitura, talvez me venha a restar a sua anulação, mas manifesto aqui o meu descontentamento e a minha desilusão, porque sempre pensei que a citada caldeira era parte da casa em questão. Estranho ainda estes problemas com questões tão pequenas, quando milhões e milhões de euros fogem ao fisco a olhos vistos em cada dia que passa. Azar de quem assim quer ser justo e sincero. Raios parta isto!...
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